quarta-feira, 11 de abril de 2012

FAMILIARES QUERIDOS

Em nos reportando a familiares queridos, observa que, da quota de tempo que
já despendeste em ansiedade, na existência, talvez que a maior parcela terá sido gasta
com preocupações em torno deles.
Pais, filhos, conjugues, irmãos, tutelados e companheiros!... Muitos dentre eles
andarão em problemas... Ameaçados. Menos felizes. Terão sofrido tentações e jazem
desorientados, suportando prejuízos, e acham-se atormentados por aflição e desânimo. Ã
vista de provas atravessadas, provàvelmente evidenciem alterações de comportamento
e, por vezes, haver-se-ão internado em erros e labirintos, cujos meandros obscuros
levarão tempo a superar...
Nesses lances críticos da experiência comum, perguntas habitualmente a ti
mesmo : “Que fazer para auxiliá-los'”
Antes de tudo, convence-te de que não será lamentando ou acusando que te
farás útil, nem tampouco largando as próprias obrigações, a fim de seguir-lhes os
passos, no desaconselhável tentame de arrebatá-los às lutas edificantes de que
necessitam. No esforço de ajudá-los, lembremos nós mesmos quando situados em certas
encruzilhadas do mundo, reconhecendo que raras vezes teremos seguido os avisos
nobres com que alguém nos tenha brindado. Rememore-mos as ocasiões em que
teremos arquivado pareceres dignos e silenciado ante as apreensões de almas queridas,
sem absolutamente deixar de lado as inclinações e propósitos que nos induziam para
determinados tipos de aventura ou de ação inconveniente.
Quando devas tolerar longos períodos de ausência dos seres amados, por
haverem escolhido caminhos de que não possas compartilhar, recorda que eles estão
procurando a realização de si próprios. Ao invés de estranheza ou censura, dá-lhes o
valioso apoio de tua compreensão e de tua bênção. Podes, além disso, auxiliá-los,
através da oração, permanecendo em paz e amando-os sempre, na certeza de que a
Bondade de Deus, que te guia e te envolve, envolve e guia a todos eles também.


Emmanuel/Alma e Coração/FXC