Hilário Silva
O rapaz fora rudemente esbofeteado num baile. Em sã consciência, não sentia
culpa alguma. Nada fizera que pudesse ofender. Por mera desconfiança, o agressor
esmurrara-lhe o rosto. “Covarde, covarde” – haviam dito os circunstantes. Ele, porém,
limpando a face sanguinolenta, compreendeu que, desarmado, não seria prudente medir
forças. Jurara, porém, vingar-se. E, agora, munido de um revólver, aguardava ocasião.
Um amigo, no entanto, percebendo-lhe a alma sombria, instou muito e conduziu-o a uma
reunião da Doutrina Espírita.
Desinteressado, ouviu preces e pregações, comentários e apontamentos
edificantes.
Ao término da sessão, porém, um amigo espiritual, pela mão de um dos
médiuns presentes, escreveu bela página sobre o perdão, na qual surgiam afirmações
como estas:
- A justiça real vem de Deus.
- Ninguém precisa vingar-se.
- Mesmo ferido, serve e perdoa.
- A corrigenda do ofensor pode ser amanhã.
O jovem ouviu atentamente e saiu pensando, pensando...
Na manhã seguinte, topou, face a face, o desafeto, mas recordou a lição e
conteve-se. Por uma semana se repetiu o reencontro, e, por sete vezes, freou-se
prudentemente.
Dias depois, porém, retornado ao trabalho, encontra um enterro e descobre-se.
Só então vem a saber que o grande esmurrador, aquele que o ferira, morrera na
véspera, picado por escorpião.
No caminho para o Céu,
Por lei, em qualquer lugar,
O tempo mais importante
È o tempo de perdoar.
Lobo da Costa
Eis a norma da vingança
De formação garantida:
Desculpar sem condições
A quem nos golpeia a vida.
Augusto de Oliveira
Não estrague o seu dia. Aprenda, com a Sabedoria Divina,
a desculpar infinitamente, construindo e reconstruindo sempre para o Infinito
Bem.
André Luiz
O rapaz fora rudemente esbofeteado num baile. Em sã consciência, não sentia
culpa alguma. Nada fizera que pudesse ofender. Por mera desconfiança, o agressor
esmurrara-lhe o rosto. “Covarde, covarde” – haviam dito os circunstantes. Ele, porém,
limpando a face sanguinolenta, compreendeu que, desarmado, não seria prudente medir
forças. Jurara, porém, vingar-se. E, agora, munido de um revólver, aguardava ocasião.
Um amigo, no entanto, percebendo-lhe a alma sombria, instou muito e conduziu-o a uma
reunião da Doutrina Espírita.
Desinteressado, ouviu preces e pregações, comentários e apontamentos
edificantes.
Ao término da sessão, porém, um amigo espiritual, pela mão de um dos
médiuns presentes, escreveu bela página sobre o perdão, na qual surgiam afirmações
como estas:
- A justiça real vem de Deus.
- Ninguém precisa vingar-se.
- Mesmo ferido, serve e perdoa.
- A corrigenda do ofensor pode ser amanhã.
O jovem ouviu atentamente e saiu pensando, pensando...
Na manhã seguinte, topou, face a face, o desafeto, mas recordou a lição e
conteve-se. Por uma semana se repetiu o reencontro, e, por sete vezes, freou-se
prudentemente.
Dias depois, porém, retornado ao trabalho, encontra um enterro e descobre-se.
Só então vem a saber que o grande esmurrador, aquele que o ferira, morrera na
véspera, picado por escorpião.
No caminho para o Céu,
Por lei, em qualquer lugar,
O tempo mais importante
È o tempo de perdoar.
Lobo da Costa
Eis a norma da vingança
De formação garantida:
Desculpar sem condições
A quem nos golpeia a vida.
Augusto de Oliveira
Não estrague o seu dia. Aprenda, com a Sabedoria Divina,
a desculpar infinitamente, construindo e reconstruindo sempre para o Infinito
Bem.
André Luiz

Comentários
Postar um comentário