Dom Quixote de la Mancha disse certa vez:
“O ser humano se torna escravo do luxo e das vaidades, correndo atrás de riquezas como se nelas estivesse a verdadeira felicidade.
Mas não percebe que, quanto mais possui, mais teme perder, e nessa inquietação, deixa escapar o que realmente importa. A felicidade não se encontra no ouro nem na ostentação, mas no vento suave que toca o rosto, no riso genuíno de um amigo, no pão repartido com gratidão.
Tolo é aquele que busca no exterior aquilo que só a alma pode encontrar! A maior fortuna não está na acumulação, mas na simplicidade, e quem a descobre é, de fato, o mais rico dos homens.”

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