Emmanuel
Se alguém dissesse aos nossos antepassados, na Vida Física, que eles não eram donos absolutos
das posses que usufruíam, responderiam com a revolta e a zombaria, assinalando-lhes as
palavras.
E, se acrescentássemos que eram eles simplesmente usufrutuários das propriedades de que se
supunham senhores, não acreditariam, prosseguindo na mesma atitude de negação.
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Isso, porém, não invalidaria a realidade, porquanto, eles todos, em momento certo, foram
compelidos a transferir patrimônios que retinham a outras mãos.
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A reflexão em torno disso, pode auxiliar extensamente aos nossos companheiros atuais, em
estágio no mundo, porquanto estariam razoavelmente acordados para as Leis que regem a vida.
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Admitamos ou não a força desses fatos, a verdade é que todos nós – os espíritos, em evolução ,
na Terra – quando no regime da reencarnação, recebemos os bens de que nos servimos, por
empréstimos da Providência Divina, que, através deles, não somente nos propicia os benefícios
da experiência nos aprendizados do cotidiano, mas também deles se vale para examinar a altura
de nossos sentimentos, a nossa criatividade no trabalho, o nosso amor ao desprendimento, em
auxílio dos outros, e a nossa capacidade de administração.
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