Nada te mata mais rápido do que sua própria mente.
Essa verdade, por mais dura que pareça, ecoa nas palavras silenciosas de Chico Xavier, que costumava dizer:
"O bem que pudermos fazer, façamos agora. Porque não sabemos quanto tempo ainda temos."
Mas o contrário também é real: o mal que fazemos a nós mesmos, com pensamentos repetidos de culpa, raiva ou medo, também cobra seu preço — lentamente, dia após dia.
A mente, quando em desarmonia, não apenas nos cansa. Ela intoxica o corpo, diminui nossa imunidade, esgota nossa vitalidade e nos afasta da paz.
É ela quem transforma pequenos obstáculos em tempestades, e problemas passageiros em sofrimentos crônicos.
Tudo começa no invisível — e termina no físico.
Muitos adoecem porque não sabem soltar.
Querem controlar o que não está em suas mãos: a atitude do outro, o futuro que ainda não chegou, o passado que já se foi.
Mas Chico também ensinou:
"A paz interior é conquista de cada dia."
E a chave dessa paz é simples: aceitação serena daquilo que não se pode mudar.
Hoje, talvez, a sua maior libertação não venha de uma grande vitória externa.
Talvez ela venha do silêncio.
De respirar fundo e dizer a si mesmo: “isso não depende de mim — então eu solto.”
E ao soltar, você volta para o único lugar onde sua força realmente existe: o presente.
Perdoe-se, desacelere, confie.
A sua mente pode ser sua armadilha — ou seu templo.
E a escolha começa com um pensamento.

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