Cairbar Schutel foi um dos maiores nomes do espiritismo brasileiro. ||||

 

Cairbar Schutel foi um dos maiores nomes do espiritismo brasileiro. Fundador de O Clarim, defensor incansável da doutrina de Allan Kardec e figura central no movimento espírita, ele construiu uma vida inteira em torno da ideia de que o espírito continua vivo depois do corpo. 

Mas foi justamente no momento da própria morte que essa crença ganhou uma das frases mais marcantes já associadas ao seu nome.

A história contada por seguidores e fontes espíritas diz que, poucas horas depois de seu desencarne, enquanto seu corpo ainda era velado, Cairbar teria se comunicado mediunicamente por intermédio de Urbano de Assis Xavier. E a mensagem que teria deixado atravessou décadas: “Vivi, vivo e viverei, porque sou imortal.”

Não era só uma frase bonita. Para os espíritas, era quase uma assinatura espiritual. Uma confirmação direta, vinda de alguém que passou a vida inteira pregando a sobrevivência da alma, de que a consciência não desaparece com a morte.

O detalhe que mais chama atenção é que essa frase acabou gravada na lápide dele. Ou seja: aquilo que começou como uma suposta comunicação do além virou inscrição permanente num túmulo, transformando uma crença em símbolo.

É o tipo de história que mexe com qualquer pessoa, mesmo quem não segue o espiritismo. Porque no fim ela toca numa pergunta universal: o que acontece depois que o coração para?

Cairbar Schutel respondeu do jeito mais forte possível — segundo essa tradição, não com teoria, mas com uma frase curta, direta e eterna:

“Vivi, vivo e viverei, porque sou imortal.”


Chico - Cartas de Paz e Consolação

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