Sinto muito por todas as vezes em que duvidei da minha força. ****

 

Diante da minha própria alma, eu escolho limpar as memórias que ainda me prendem à escassez, ao medo e à sensação de não merecer.

Sinto muito por todas as vezes em que duvidei da minha força.

Me perdoe por ter alimentado pensamentos pequenos diante de uma vida que me pedia coragem.

Eu te amo, minha alma, por continuar tentando mesmo cansada, mesmo ferida, mesmo desacreditada.

Sou grato por cada caminho que se fecha para me livrar do que não combina mais comigo.

Sou grato por cada porta que começa a se abrir em silêncio.

Eu libero as culpas antigas.

Eu libero promessas feitas na dor.

Eu libero pactos invisíveis com a falta, com a espera, com a autossabotagem e com o medo de prosperar.

Tudo aquilo que nasceu do amor, da verdade e da minha missão começa a encontrar passagem.

Minha mente se alinha ao bem.

Meu coração se reconcilia com o merecimento.

Minhas mãos se preparam para receber e construir.

Minha energia deixa de correr atrás do que não é meu e passa a atrair o que reconhece a minha essência.

Sinto muito por ter recusado bênçãos por achar que não estava pronto.

Me perdoe por confundir humildade com diminuição.

Eu te amo por decidir recomeçar.

Sou grato porque a vida responde quando a alma para de se abandonar.

A partir de hoje, eu limpo em mim toda resistência à prosperidade, ao amor saudável, à paz, à expansão e à realização.

A partir de hoje, meus desejos mais puros deixam de ser apenas pensamentos e começam a se organizar em forma de caminho, oportunidade, coragem e ação.

Está feito em mim.

Está limpo em mim.

Está em paz em mim.


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