NO DOMÍNIO DAS PALAVRAS - EMMANUEL ***

 Fala e conhecer-te-ão.

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 Referes-te aos outros quanto ao que está em ti mesmo.

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 A palavra é sempre o canal mais seguro pelo qual te

revelas.

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 A frase de esperança é um jorro de luz.

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 O que notas de bem ou de mal na vida de alguém é

complemento de teu próprio eu.

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 Comentários sobre os outros, no fundo, são exposições

daquilo que carregas contigo.

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 Quase que imperceptivelmente apenas falamos daquilo

que já conseguimos aprender.

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 O que vimos nas estradas alheias é o que está em nossos

próprios caminhos.

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 Quem fala sem o coração naquilo que fala não alcança o

coração que deseja atingido.

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 Quando quiseres ser visto não uses a queixa para

semelhante exibição; trabalha em silêncio e serás visto com mais segurança. 


A palavra mais cruel é aquela que se usa destruindo o

bem.

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 Não te refiras ao infortúnio porque a felicidade de quem

sofre talvez chegue amanhã.

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 Se o verbo não está iluminado de compreensão e de amor,

a conversa será sempre inútil.

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 Quem se propõe a iluminar não menciona qualquer

ingrediente das trevas.

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 Nunca te arrependerás de haver dito uma boa palavra.

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 Nada ensines destacando o mal, pelo simples prazer de

salienta-lo, porque os teus ouvintes serão hipnotizados pelas imagens com as quais

não desejarias prejudica-las.

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 Quem perdoa não deve reportar-se à dívida que foi

liquidada, sob pena de abrir nova ferida no coração daquele que se lhe fez devedor.

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 Criteriosa dieta na conversão é saúde no espírito.

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 A palavra indulgente é vacina contra muitos males.

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 Discutindo talvez esclareças, mas servindo convences.

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Do Livro “COMPANHEIRO” – PSICOGRAFIA: FRANCISCO CÂNDIDO XAVIER 

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