Que os problemas do sexo agitam atualmente vários setores da vida
humana é incontestável.
De que forma, porém, as teses do sexo são tratadas do plano espiritual
para o plano terrestre?
Semelhante indagação, repetidamente endereçada a nós outros,
pequenos servidores desencarnados, motivou a escrever este despretensioso
artigo que oferecemos aqui aos leitores.
Com ele, não disputamos qualquer posição nova, ante os devotados
lidadores da psicologia moderna que hoje esquadrinham os meandros da
alma humana, para benefício da saúde mental da comunidade.
Com a nossa ligeira página, tão somente desenvolvemos conceitos
formulados na codificação kardequiana, para demonstrar que as
proposições ao redor do sexo apaixonadamente focalizadas, na atualidade
da terra, foram objeto de criteriosas anotações do mundo espiritual, no
século passado, na previsão de choques de opinião, em matéria afetiva, que
a humanidade de agora enfrenta.
Nada mais realizamos que reformular o pensamento e a definição dos
mensageiros benevolentes e sábios que orientaram Allan kardec, nos
primórdios da doutrina espírita, em sua função de consolador prometido ao
mundo pelo cristo de Deus.
E para não delongarmos em considerações desnecessárias.
Concluiremos doe, em torno do sexo, será justo sintetizarmos todas as
digressões nas normas seguintes:
Não proibição, mas educação.
Não abstinência imposta, mas emprego digno, com o devido respeito
aos outros e a si mesmo.
Não indisciplina, mas controle.
Não impulso livre, mas responsabilidade.
Fora disso, e teorizar simplesmente, para depois aprender ou reaprender
com a experiência.
Sem isso, será enganarmo-nos, lutar sem proveito, sofrer e recomeçar a
obra da sublimação pessoal tantas vezes quantas se fizerem precisas, pelos
mecanismos da reencarnação, porque a aplicação do sexo, ante a luz do
amor e da vida, é assunto pertinente à consciência de cada um.
Emmanuel/CHICO XAVIER
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