Grande Mentor (Mestre Sananda ou Itza Omhábi, Jesus)

 

"... (E assim), mergulharam do infinito, de remotas estrelas, sob os auspícios d’Aquele a quem reconheciam o nome de Grande Mentor (Mestre Sananda ou Itza Omhábi, Jesus).

Gerações inteiras jamais haviam visto tanta disposição, nem tão amoroso esforço! E aos poucos, uns com os outros daquela numerosa equipe, nascendo de mãe e pai terrenos, encontraram-se em silêncio naquele belo Planeta Azul.
Lá onde um sem número de buscadores da Verdade haveriam de saber compartilhar daquele ideal de Fraternidade Cósmica tão laboriosamente planejado no Alto!

Certamente! Na Terra haveriam também de ser incontáveis, porque corações verdadeiramente despertos, seja de que mundo forem, não deixam passar desapercebidos propósitos elaborados por tão excelsa Fonte de Luz!

E o previsto, de fato, há de se dar: não haverão (eles) de partir (um dia) sem experimentar de uma doída saudade, pois (entre eles) já não há mão que não se possa chamar calejada, nem corpo que já não esteja alquebrado, nem olhos que não tenham muito chorado, nem mesmo um coração que não tenha (muito) amado e, de certo, nem ventre que não tenha deixado um filho, nem varão que não haja provado com gosto o calor de um abraço de mulher, nem mulher acarinhada que não tenha vivido e revivido, arrebatada pelo amor, todo o ardor de seu homem.

Foram (na Terra) de sangue, de carne e de osso, e assim (fisicamente) haverão de ser levados aos céus, depois de um a um apartados da multidão desesperada por causa das coisas que estarão a lhe rodear por dentro e por fora, por cima e por baixo, aqui e acolá.

Assim se dará (porque Eu mesmo – Mabí Isa – vi, e vos adianto, que assim suceder-se-á), precisamente quando aquela morada estiver retorcendo-se de infinita dor para renascer, desta feita de suas próprias cinzas.

Cinzas de um tempo em que o Amor andou prisioneiro na Terra e até à cruz acabou por ser levado, por incontáveis gerações. Na verdade, até o último dia daqueles dois derradeiros milênios de trevas, ardeu sem se consumir, Seu Corpo”.


Tzarim (Mabi Isa) – 11 dezembro 1977

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