Aquele homem era consciente e divertido,
Ora sério como um diplomata,
Ora de sorriso fácil como um menino.
Transmitia segurança e confiança,
E um conhecimento de admirar.
Era um masculino decidido e determinado,
Sabia muito bem de onde vinha,
E onde chegaria um dia.
Tudo era planeado e calculado.
Trazia em si um equilíbrio ponderado,
Entre o conservadorismo e o modernismo.
À primeira vista parecia acessível e comunicador,
Mas quando se chegava mais perto
Ele fazia questão de limites estabelecer.
Sabia controlar a sua fúria e energia,
E não se encantava com aparências.
Para alguém aceder à sua essência,
Os valores e sonhos teriam de combinar.
Estava certo do que queria,
E quem gostaria de ver ao seu lado caminhar.
Não era de desperdiçar o tempo,
Era objectivo e pragmático.
De carácter atento, provedor e protector,
Transmitia maturidade na sua alma.
Já há muito tempo que ela o idealizava,
Mas duvidava se algum dia o encontraria,
Alguém recíproco e cauteloso,
Que passasse a distância
Que ela inconscientemente assegurava.
Quando pela primeira vez foi abraçada,
O seu corpo paralisou.
Autor: Fabiana Reis

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