sexta-feira, 28 de setembro de 2012

Não confundas

“Porque a Escritura diz: Todo aquele que nele crer não
será confundido.”
Paulo (Romanos, 10:11)
Em todos os círculos do Cristianismo há formas diversas quanto à crença
individual.
Há católicos romanos que restringem ao padre o objeto de confiança;
reformistas evangélicos que se limitam à fórmula verbal e espiritistas que
concentram todas as expressões da fé na organização mediúnica.
É natural, portanto, a colheita de desilusões.
Em todos os lugares, há sacerdotes que não satisfazem, fórmulas verbalistas
que não atendem e médiuns que não solucionam todas as necessidades.
Além disso, temos a considerar que toda crença cega, distante do Cristo,
pode redundar em séria perturbação... Quase sempre, os devotos não pedem algo
mais que a satisfação egoística no culto comum, no sentimento rudimentar de
religiosidade, e, daí, os desastres do coração.
O discípulo sincero, em todas as circunstâncias, compreende a
probabilidade de falência na colaboração humana e, por isso, coloca o ensino de
Jesus acima de tudo.
O Mestre não veio ao mundo operar a exaltação do egoísmo individual e,
sim, traçar um roteiro definitivo às criaturas, instituindo trabalho edificante e
revelando os objetivos sublimes da vida.
Lembra sempre que a tua existência é jornada para Deus.
Em que objeto centralizas a tua crença, meu amigo? Recorda que é
necessário crer sinceramente em Jesus e seguiLo,
para não sermos confundidos.