domingo, 25 de novembro de 2012

INDIGNAÇÃO

“Ai de vós, escribas e fariseus hipócritas!”
Mateus: 23-23
Cristo nunca examinou o campo de seu apostolado, cruzando os braços
com ternura doentia.
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Numerosos crentes preferem a filosofia acomodatícia do “Deus faz tudo”,
olvidando que devemos fazer o que esteja ao nosso alcance.
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Ser cristão não é dilatar a tolerância com o mal, a começar de nós
mesmos.
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A indignação contra os prejuízos da alma deve caracterizar os sinceros
discípulos do Evangelho.
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Jesus indignou-se contra a hipocrisia de sua época, contra a insegurança
dos companheiros, contra os mercadores do Templo.
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Como protótipo da virtude, o Mestre nos ensina a indignarmo-nos.
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Suas reações nobres verificam-se sempre, quando estavam em jogo os
interesses dos outros, o bem estar e a clareza de dever dos semelhantes.
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Quando se tratava de sua personalidade Divina, que pedia Cristo para si?
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Que disparou para si mesmo no apostolado?
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A voz Divina que se levantou com enérgica majestade no Templo para
exortar os vendilhões era doce e humilde no dia do Calvário.
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Para os outros trouxe a salvação, o jubilo e a vida, defendendo-lhes o
interesse sagrado com energia poderosa, para Ele preferiu a cruz e a coroa de
espinhos.
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Na nossa indignação, desse modo, é sempre útil saber o que precisamos
para nós “e o que desejamos para os outros”.

Luz no Caminho/Emmanuel/FCXavier