terça-feira, 12 de fevereiro de 2013

CONVITE À ORAÇÃO

“Senhor, ensina-nos a orar.”
(Lucas: capítulo 11º, versículo 1.)
 
 
 
Nenhum motivo, por mais ponderável, conforme suponhas, pode constituir
impedimento.
Razões expressivas não há que se transformem em empeço.
Atribulações que te assoberbem não significarão óbise ao ministério
renovador.
Todas as coisas sob a sua claridade mudam de aspecto e as
características antes deprimentes, sombrias, sofrem significativas
transformações, ressurgindo com tonalidades mui diversas.
Ante a dúvida ou a ulceração moral constitui-se segurança e bálsamo
refazente.
Mister, porém, fazer uma pausa no turbilhão, permitindo que o carro do
desespero continue correndo, sem brida para encontrar o local de realizá-la.
Exige, como todas as coisas, condições adequadas para culminar o
objetivo superior de que se encarrega.
É possível improvisá-la qual se fora um atendimento de urgência, em
situação de combate.
Terapêutica preciosa, porém, solicita maior dosagem de cuidados para
colimar resultados mais poderosos.
Esse antídoto, a qualquer mal, é a oração, a pausa refazente em que o espírito
aturdido salta as barreiras impeditivas colocadas pelas turbações de toda
ordem, a fim de alcançar as usinas inspirativas do Mundo Excelso.
Arrimo dos fracos, amparo dos combalidos, sustento dos sofredores,
dínamo dos heróis, vitalidade dos santos, perseverança dos sábios, coragem
dos mártires, a oração é o interfone por meio do qual o homem fala aos
Ouvidos Divinos e por cujos fios recebe as sublimes respostas.
Faze um intervalo nas lutas quanto te permitam as possibilidades e
convida-te à oração, a fim de poderes prosseguir íntimorato pelo caminho da
redenção. Lobrigarás, então, melhor entendimento sobre coisas, fatos e
pessoas.