quarta-feira, 27 de março de 2013

CONVITE AO OTIMISMO

“Estou cheio de conforto, transborda-me o go
zo em toda a nossa
tribulação.”
(2ª Epístola aos Coríntios: capítulo 7º, ver
sículo 4.) 
 
Não vitalizes tristezas nem desencantos, apesar das
configurações de
sofrimentos que surjam e se avolumem pela senda que
percorres.
Quando tudo parece perdido, invariavelmente uma sol
ução surge,
inesperada, providencial. E se não se materializa a
resposta almejada, diretriz
melhor conduzirá o problema de maneira salutar para
ti mesmo, se te
dispuseres esperar.
Sombras não se modificam com sombras.
O pântano não renascerá drenado com a condenação da
lama.
Mister esparzir luz e fazer canais providenciais.
Para tanto, o homem deve impor-se a tarefa de abrir
janelas de otimismo
nas salas onde dominam tristezas e arejar escaninho
s pestilenciais de pessi-
mismo mediante o aroma da esperança.
Pessimismo é enfermidade que engendra processo de p
sicose grave por
antecipação de um mal que, talvez, não ocorrerá.
A cada instante as circunstâncias geram circunstânc
ias outras, fatores
atuais compõem fatores futuros, dependendo da direç
ão que lhes imponhas.
Não te canses, desse modo, exageradamente sob o pes
o da nostalgia ou
te entorpeças asfixiado pelos tóxicos das frustraçõ
es que todos experimentam..
Entrega-te a Deus e deixa-te conduzir tranqüilament
e.
Otimismo é estímulo para o trabalho, vigor para
a luta, saúde para a doença das paisagens espiritua
is
e luz para as densas trevas que se demoram em vitór
ia momentânea.
Nas duas traves da Cruz, quando tudo pareceria perd
ido, o Justo, em
excelente lição de otimismo, descerrou os painéis d
a Vida Verdadeira,
morrendo para ressurgir em gloriosa madrugada de Im
ortalidade, que até hoje
é o canto sublime e a rota segura, plena de alegria
s para todos nós.