sexta-feira, 29 de março de 2013

Grandeza

Quanto mais avança o Tempo nas trilhas da História, apartando-se-lhe da figura sublime, mais amplo esplendor lhe assinala a presença.

 
Ele não era legislador e a sua palavra colocou os princípios da Misericórdia nos braços da Justiça.

 
Não era administrador e instituiu na Caridade o campo da assistência fraternal em que os mais favorecidos podem amparar os irmãos em penúria.

 
Não era escritor e inspirou e ainda inspira as mais belas páginas da Humanidade.

 
Não era advogado e ainda hoje, é o defensor de todos os infelizes.

 
Não era engenheiro e continua edificando as mais sólidas pontes, destinadas à aproximação e ao relacionamento entre as criaturas.

 
Não era médico e prossegue sanando os males do espírito, além de suscitar o levantamento constante de mais hospitais e mais extensas obras de benemerência, capazes de estender alívio e socorro aos doentes.

 
Ensinou a prática do amor, renunciando à felicidade de ser amado.

 
Pregou a extinção do ódio, desculpando sem condições a todos aqueles que lhe ultrajaram a existência.

 
Não dispunha dessa ou daquela posse, na ordem material dos homens, e enriqueceu a Terra de esperança e de alegria.

 
Não viajou pelos continentes do Planeta, mas conversando com alguns necessitados e desvalidos, na limitada região em que morava, elevando constantemente os destinos da vida comunitária.

 
Embora crucificado e tido por malfeitor, há quase vinte séculos, quando os povos tentam apagar-lhe os ensinamentos, a Civilização treme nas bases.

 
Esse homem que conservava consigo a sabedoria e a beleza dos anjos, tem o nome de Jesus Cristo.

O seu imenso amor é a presença de Deus na Terra e a sua vida é e será sempre a luz das nações.


Emmanuel