terça-feira, 26 de novembro de 2013

RECLAMAÇÕES INDEVIDAS

Antes de mergulhares no corpo denso da carne, porque te utilizavas da consciência lúcida, rogaste aos Benfeitores do teu destino as oportunidades de crescimento mediante a redenção pessoal. Reconhecias as tuas deficiências e compreendias quanto se te faziam indispensáveis os programas iluminativos, assim considerando a urgência da meditação, a fim de que pudesses agir com equilíbrio, sem novos comprometimentos morais. Por mais te possas surpreender agora, naquele ensejo suplicaste a presença da aflição, vez que outra; da enfermidade, periodicamente; dos testemunhos morais frequentes, de modo que a consciência não esquecesse da fragilidade da vida física, nem da peculiaridade evolutiva do homem, que ocorre, quase sempre, através da dor. Os teus Mentores Espirituais alvitraram que não terias resistência para os embates rudes na jornada que te aguardava, esclareceste que suportarias a cruz com sorrisos e a calúnia com perdão, o antagonismo com fé e o abandono com coragem... Foste preparado para o cometimento e tiveste o contributo de fidelidade de Espíritos nobres que se ofereceram para ajudar-te, na condição de genitores abnegados, ou irmãos gentis, ou companheiros de lutas devotados... Mergulhaste na névoa carnal entre júbilos e promessas, candidatando-te ao triunfo. Chega o momento da avaliação dos teus recursos através dos testemunhos. Apóia-te na coragem e recorre à fé – teus mecanismos de segurança. * Respiras no clima que te é necessário ao processo liberativo. Nuvens carregadas e tempestades frequentes anunciam-se, ameaçadoras, e escurecem o céu dos teus júbilos. Na aduana das tuas realizações, fiscais desalmados se postam, intolerantes e cruéis. O teu trabalho nobre desperta ciúme, e a calúnia zurze o látego no teu dorso; a inveja segue-te os passos, produzindo competições vis; a maledicência insensata aumenta o vozerio perturbador e sentes o perigo batendo à tua porta. * Não reclames! Agradece a Deus a oportunidade de seres aquele que exemplifica entre lágrimas o que os outros fruem, por enquanto, entre sorrisos. O dia de todos sempre chega, convidando, uma a uma, as criaturas, à reflexão e ao fenômeno de amadurecimento. E a morte, que a ninguém poupa, chamar-te-á e a todos os homens ao despertamento, para aferição de valores diante da consciência, sob a vigilância do amor de Deus. Nunca te queixes nem relaciones ingratidões. O ingrato sabe que o é. Amargurado, autopune-se. Infeliz, aflige-se. Quanto a ti, segue adiante. Jesus, que é Perfeito, experimentou entre os homens o sarcasmo, a desolação, a negativa e a traição, ensinando-nos que o amor, para ser verdadeiro, é paciente, tolerante, compreensivo, jamais reclamando, pois que Ele sabia que a Terra é ainda escola de redenção, e os homens que a habitam encontram-se em processo de aprendizagem e complementação espiritual. Não reclames, pois, nunca mais! (Joanna de Ângelis) RECLAMAÇÕES INDEVIDAS Antes de mergulhares no corpo denso da carne, porque te utilizavas da consciência lúcida, rogaste aos Benfeitores do teu destino as oportunidades de crescimento mediante a redenção pessoal. Reconhecias as tuas deficiências e compreendias quanto se te faziam indispensáveis os programas iluminativos, assim considerando a urgência da meditação, a fim de que pudesses agir com equilíbrio, sem novos comprometimentos morais. Por mais te possas surpreender agora, naquele ensejo suplicaste a presença da aflição, vez que outra; da enfermidade, periodicamente; dos testemunhos morais frequentes, de modo que a consciência não esquecesse da fragilidade da vida física, nem da peculiaridade evolutiva do homem, que ocorre, quase sempre, através da dor. Os teus Mentores Espirituais alvitraram que não terias resistência para os embates rudes na jornada que te aguardava, esclareceste que suportarias a cruz com sorrisos e a calúnia com perdão, o antagonismo com fé e o abandono com coragem... Foste preparado para o cometimento e tiveste o contributo de fidelidade de Espíritos nobres que se ofereceram para ajudar-te, na condição de genitores abnegados, ou irmãos gentis, ou companheiros de lutas devotados... Mergulhaste na névoa carnal entre júbilos e promessas, candidatando-te ao triunfo. Chega o momento da avaliação dos teus recursos através dos testemunhos. Apóia-te na coragem e recorre à fé – teus mecanismos de segurança. * Respiras no clima que te é necessário ao processo liberativo. Nuvens carregadas e tempestades frequentes anunciam-se, ameaçadoras, e escurecem o céu dos teus júbilos. Na aduana das tuas realizações, fiscais desalmados se postam, intolerantes e cruéis. O teu trabalho nobre desperta ciúme, e a calúnia zurze o látego no teu dorso; a inveja segue-te os passos, produzindo competições vis; a maledicência insensata aumenta o vozerio perturbador e sentes o perigo batendo à tua porta. * Não reclames! Agradece a Deus a oportunidade de seres aquele que exemplifica entre lágrimas o que os outros fruem, por enquanto, entre sorrisos. O dia de todos sempre chega, convidando, uma a uma, as criaturas, à reflexão e ao fenômeno de amadurecimento. E a morte, que a ninguém poupa, chamar-te-á e a todos os homens ao despertamento, para aferição de valores diante da consciência, sob a vigilância do amor de Deus. Nunca te queixes nem relaciones ingratidões. O ingrato sabe que o é. Amargurado, autopune-se. Infeliz, aflige-se. Quanto a ti, segue adiante. Jesus, que é Perfeito, experimentou entre os homens o sarcasmo, a desolação, a negativa e a traição, ensinando-nos que o amor, para ser verdadeiro, é paciente, tolerante, compreensivo, jamais reclamando, pois que Ele sabia que a Terra é ainda escola de redenção, e os homens que a habitam encontram-se em processo de aprendizagem e complementação espiritual. Não reclames, pois, nunca mais! (Joanna de Ângelis)