sexta-feira, 16 de dezembro de 2011

Perante Jesus

“E tudo quanto fizerdes, fazei-o de todo o coração, como ao Senhor, e não aos homens.” – Paulo. (Colossenses, 3:23.)



A compreensão do serviço do Cristo, entre as criaturas humanas, alcançará mais tarde a precisa amplitude, para a glorificação
dAquele que nos segue de perto, desde o primeiro dia, esclarecendo-nos o caminho com a divina luz.
Se cada homem culto indagasse de si mesmo, quanto ao fundamento essencial de suas atividades na Terra, encontraria
sempre, no santuário interior, vastos horizontes para ilações de
valor infinito.
Para quem trabalhou no século?
A quem ofereceu o fruto dos labores de cada dia? Não desejamos menoscabar a posição respeitável das pátrias, das organizações, da família e da personalidade; todavia, não podemos
desconhecer-lhes a expressão de relatividade no tempo. No
transcurso dos anos, as fronteiras se modificam, as leis evolucionam, o grupo doméstico se renova e o homem se eleva para
destinos sempre mais altos.
Tudo o que representa esforço da criatura foi realização de si
mesma, no quadro de trabalhos permanentes do Cristo. O que
temos efetuado nos séculos constitui benefício ou ofensa a nós
mesmos, na obra que pertence ao Senhor e não a nós outros.
Legisladores e governados passam no tempo, com a bagagem
que lhes é própria, e Jesus permanece a fim de ajuizar da vantagem ou desvantagem da colaboração de cada um no serviço
divino da evolução e do aprimoramento.
Administração e obediência, responsabilidades de traçar e seguir são apenas subdivisões da mordomia conferida pelo Senhor
aos tutelados.O trabalho digno é a oportunidade santa. Dentro dos círculos
do serviço, a atitude assumida pelo homem honrar-lhe-á ou
desonrar-lhe-á a personalidade eterna, perante Jesus-Cristo.